Hoje,no mundo em que vivemos o lucro,a ganância diz muito mais pela pessoa do que qualquer palavra.Sua imagem é o alvo para dizer quem é, sem relmente conhecer seu real sentimento e tamanho coração que a pessoa possa ter.Para entrar em grupos,em nossa sociedade,é preciso ter as mesmas coisas que esse determinado grupo utiliza.Todavia,esse processo é como se fosse invisivel,a pessoa se sente na necessidade e na ''inocência'' acaba comprando,consumindo as mesmas coisas.Com isso,o mercado procura direcionar-se a todos os grupos,suprindo todas as necessidades,e tendo o seu principal objetivo realizado, que é o consumo em grande escala, o qual proporciona um alto capital.
Não é o fato de não termos as mesmas coisas que nos farão diferentes,mas sim a tamanha capacidade de programar a nossa própria imagem,tendo as melhores marcas junto uma vida de alto padrão.
''Há muito sentido na idéia de que são as roupas que nos vestem, e não nós que as vestimos; podemos fazê-las pegar a forma dos braços ou do peito, mas elas moldam nossos corações, nossas línguas às suas tendências.''(Virginia Woolf)
''Eu me utilizo de todos os meios da Sociedade de consumo, penetro no Sistema, mas como um veneno.''(Raul Seixas)
Como fechamento utilizei estes dois pensamentos,que representa extamente nosso papel em tudo isso!
os comentários estão inseridos nos seguintes blogs:
ResponderExcluirhttp://glendagastronomica.blogspot.com/2010/05/marca-o-consumo-e-identidade-do-ser.html;
http://juliasp2511.blogspot.com/2010/05/sciologia-tarefa-1.html
Mari, amei o seu final com os pensamentos. Você mostrou lados fortes desse consumo utilizado diariamente por cada um. Gostei (:
ResponderExcluirgostei muito das citações ao fim, achei diferenciado! texto muito bem feito, parabens..
ResponderExcluirMuito bom teu post Mari! Tens toda a razão, as pessoas estão usando suas roupas para se encaixar em determinados grupos (e até inconcientemente), escolhendo suas amizades pelo que as pessoas usam, e não pelo que elas são. Não podemos ser assim. Haha Muito bom trabalho!
ResponderExcluirAchei legal sua colocações, e concordo plenamente contigo na parte em que diz que a imagem da pessoa é o que importa para dizer quem ela é, isso tenque mudar, está na hora de acabar com os preconceitos e valorizar o caráter das pessoas!
ResponderExcluirAs marcas até podem diferenciar a classe de uma pessoa, porque é claro, sabemos que uma pessoa de classe baixa não teria condições de pagar um tal preço absurdo por um tal produto, mas o problema está na necessidade de consumir um produto absurdamente caro por ter um simples logotipo diferenciado e conhecido diante das outras marcas. Nem sempre o produtos dos mais elevados preços são os de melhor qualidade.
ResponderExcluirMas uma coisa é certa! A grife não interfere de nenhuma maneira no caráter de uma pessoa. Somos o que queremos ser, basta a nossa sociedade consumista onde vivemos hoje entender que nada faz com que nós mudamos de personalidade ou de caráter, pessoas hoje confundem personalidade com estilo ou até mesmo a sua classe social. É difícil entender porque existe pessoas cegas que só enxergam estas certas futilidades, mas há uma explicação pra tudo isso. É a influencia da mídia é o seu forte poder envolvente que deixa as pessoas cada vez mais querendo mais e mais e nunca estarem satisfeitas, é a mídia trazendo novidades tornando indivíduos egoístas, que só olham para si, querem ser melhor que os outros, sendo esta a única forma de serem diferenciados e alcançar algum poder.
É muito mais fácil seguirmos e aceitarmos esta forma de vida, do que pensar diferente, do que enxergar que as pessoas sim, são elas que tem o seu valor e não os objetos que usam ou que estão a sua volta. Porque se pararmos pra pensar quem foi capaz de inventar todo o luxo de uma marca e as novidades que nunca acabam, saberíamos perfeitamente que somos nós mesmos que inventamos tudo isso. Nós temos capacidade de inventar algo melhor. Porque será que as pessoas pensam dessa forma? Porque o mundo vive em torno disto.
Mariana,
ResponderExcluirTeu texto traz pontos significativos e um deles é com relação ao valor adquirido pelos indivíduos. Hoje podemos parafrasear o pensamento de Descartes ao concluir que: "consumo, logo existo". Estamos numa era do consumismo e as pessoas valem o que consomem, valem pelo poder econômico que possuem. Quando tu falastes que para pertencer a um grupo devemos consumir as mesmas coisas, eu diria que essa se tornou a personalidade do indivíduo, consumir para se sentir parte da sociedade. Isso é consequencia de uma busca de identidade diante de um mundo cada vez mais sem essa identidade, sem perspectiva, sem poder de decisão. As pessoas com baixo poder aquisitivo tentam se aproximar ao máximo desse ideal, pois já se sentem à margem da sociedade e seu esforço é se sentir parte, nem que seja pelo consumo, em menor escala, mas consumindo. Os que não conseguem consumir, esses sim estão totalmente fora do convívio social e, portanto, não são considerados cidadãos ativos (consumistas). De acordo com o comentário da Julia, "somos o que queremos ser". Será? Será que temos essa liberdade? Se sim, porque agimos como marionetes? Onde está nosso poder de decisão? Trago esses questionamentos para juntos pensarmos.
Um beijo.